Não é hora de ser poser!

Pergunta #3: Do que você realmente gosta?

Você pode escolher um lugar fodástico naquilo que você ama. Arte, praia, história, religião, boemia, gastronomia, balada, sei lá. Claro que não dá pra parar por aí, porque o diferente é o que muda a gente. Mas colocar seus reais interesses como norte pode ser uma boa forma de acertar na escolha do destino. Listei os 4 mais comuns abaixo, pra ilustrar. Só não se engane. Não responda “eu piro em arte” se você não tem saco pra fila de museu, ok?

Arte

Praticamente toda cidade turística tem um museu, mas com os europeus é difícil competir. Só pra ver todas as obras do Louvre você levaria três meses. Paris, aliás, é puxada nesse assunto. Além da casa da Mona Lisa, ainda tem o Pompidou e o d’Orsay, que são incríveis, e mais uma penca. Mas por todo o velho continente você vai se deliciar, tem uma ilha inteira de museus em Berlin, o British Museum em Londres, o Van Gogh Museum (meu favorito) em Amsterdam e por aí vai. Pra ajudar, vários deles são de graça em um dia da semana. NYC também tem coisa pra caramba. Mas, pra mim, a graça lá tá na coisa contemporânea-hype-faz-uma-foto-minha-sendo-blasé-com-esse-muro-grafitado-aqui.

Festa

Não é todo lugar que tem uma vida noturna interessante. No Vietnam, por exemplo, a coisa toda apaga à meia-noite. As pessoas te mandam dormir. Sério. Já em Ios, na Grécia, esse é o horário em que você deve sair da cama pra começar a micareta. Em alguns lugares as melhores festas são secretas (como em Buenos Aires) e você precisa até resolver uma charada pra encontrar o fuzuê. Então não parta do princípio que o mundo todo é baladeiro, pesquise.

Comida

Now we’re talking! Entre as minhas experiências, a Meca da gordice é Roma. É impossível comer mal por lá, só fuja dos pontos turísticos pra não pagar caro e se jogue na primeira pasta que aparecer na sua frente. Depois vem Barcelona, onde dá vontade de trocar um rim por uma Pata Negra e tracar os dentes. Se você curte variedade, Nova York é hors concours. Seu estômago pode dar uma volta ao mundo em um bairro só, sem conseguir dizer o que estava mais delícia. Pra quem não tem frescura, os kebabs de Istambul, os pad thais de Bangkok e os kosharis do Cairo também são incríveis, embora nem sempre você saiba bem o que está comendo. Pra falar a verdade, só não achei nada de mais na comida da Irlanda e da Inglaterra. Lá a magia está nos copos, não nos pratos.

História

É meio brega se emocionar pisando no Coliseu? Sim. Mas aconteceu comigo e deve se repetir quando eu voltar pra lá. O giro Roma-Atenas-Cairo-Istambul é muito foda pra quem curte história antiga, porque você vê as pecas do quebra-cabeça apresentadas pela sua professora da 5a série finalmente se encaixando. Já o giro Berlin-Cracóvia-Praga-Amsterdam deve te dar uma bela e triste noção do que rolou na 2a Guerra. Não fui pra Polônia, mas tá na lista. Esses são só dois exemplos, mas o mundo tem vários rolês históricos maravilhosos. Aprender a história de outros povos pode ajudar a gente a entender o presente do nosso.

E você, curte o quê?


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