Sorria e diga sawadikaaaaa

Koh Phi Phi: como e quando chegar

A chegada em Koh Phi Phi é de tirar o fôlego. Você sai de um barco atochado de gente, com um calor do cão e, ao olhar em volta, percebe finalmente que está de férias. Dane-se que a mala tá pesada e você não faz ideia de onde fica seu hotel, só repare na cor da água que bate no barco e na sombra das rochas que afunilam a baía. Sorriso aberto, mãos juntas em frente ao peito e sawadika.

Onde é: no sul da Tailândia, costa oeste, e se divide em duas ilhas. Phi Phi Don é a povoada e Phi Phi Ley é a que tem a reserva ambiental, com o cenário natural do filme A Praia. Nessa não rola dormir, só passear.

Quando ir: de novembro a abril, quando quase não chove e o calor é garantido. Parece que nos outros meses a chuva chega à tarde, mas não é o dilúvio que a gente ouve falar sobre as monções (nesse lado da costa).

Como ir: você precisa pegar um barco em Krabi ou Puket. Peguei o primeiro e foi suave. Mas não esqueça que o último barco sai às 14h30, então escolha um vôo que chega antes das 13h na cidade, aí lá é bem fácil se informar e chegar no píer.

Onde ficar: vi hotéis lindos, especialmente em Ton Sai Bay, mas não eram pro meu bico. Laem Tong Bay é a praia mais chique de todas, fica bem ao norte. Acabamos escolhendo Loh Dalum Bay, que é perto do píer e da vila. Se escolher essa também, só cuide pra não ficar muito perto dos night clubs, onde a música é alta pra caralho.

Quanto gastar: você consegue se divertir e comer bem sem gastar muito, o complicado lá é mesmo a estadia. Ou você tá de lua de mel e investe uma grana em um resort perfeito, ou encara a cama cheia de areia num hostel-balada, ou fica numa pousada tranquila nos cafundós e arrisca a vida voltando bêbado pro meio do mato. Difícil.

Qual o hotel: nesse drama, revirei a tal da internet e, procurando um caminho do meio, cheguei no PP Charlie e valeu muito a pena. Se for pra lá também, prepare-se pra me odiar quando entrar no quarto (é palha, só funcional) e me amar quando chegar na piscina (borda e amor infinito). O hotel é colado na vila onde ficam os restaurantes e bares, o staff ajuda a organizar os passeios e o café da manhã é delicinha, na sombra de árvores à beira-mar. Se ligue na moça do omelete, no meio de tantas opções, eu levei uns dias pra sacar a existência dessa gênia.

O mood da moçada: tem de tudo por lá, casais apaixonados, famílias entusiasmadas e gringos bêbados estampando em tons de bordô sua falta de prática com o protetor solar. Mas o que mais impressiona é o jeito do povo. A camareira, o barqueiro, o guia do passeio, a tia do pad thai. Uma turma que se recupera ainda das consequências de um violento tsunami, vivendo de forma leve e alegre, tirando toda a vaidade do paraíso e deixando só a beleza.

Você chegou, agora o que vai fazer?

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